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Perfil do redator: Cel. Mostarda

schedule01/04/2009, às 08:04

É... Não é mole não...

 
Histórico
Fui eu, no escritório com a chave-inglesa.

Comecei cedo, com o saudoso Telejogo — herança do meu pai —, que consequentemente deu lugar ao Atari e Odyssey — Didi na Mina Encantada mandava bem e o melhor de tudo é que depois de que você removia o manual da caixa era impossível de colocar ele de volta sem rasgar toda a borda.

Quem também passou pela minha casa foi um Turbo Game VG-9000T da CCE, com duas entradas, Auei! Compatível com cartuchos de 60 e 72 pinos (ou melhor, jogo americano e japonês), sem se esquecer do Master System, que eu ganhei — na verdade a minha irmã é que foi sorteada — em uma promoção dos deliciosos salgadinhos Tip Top (favor pagar o jabá em dinheiro).

Ao contrário de meus colegas multi-talentosos do TecMundo Games, que perderam seu precioso tempo aprendendo a tocar algum instrumento, eu concentrei todos meus esforços em jogos muito videogame, ler revista em quadrinho e assistir a muito tokusatsu, anime e outras peculiaridades da extinta TV Manchete (fato que hoje me garante o título de guardião supremo das inutilidades mundiais).

Para garantir minha evolução Nerd, adquiri um incrível Super Nintendo (SNES) — com as travas devidamente derretidas para aceitar os cartuchos japoneses. Até hoje me lembro dos clássicos que passaram por ele, Shadowrun, Chrono Trigger, Rock n’ Roll Racing e uma versão “especial” de SimCity, na qual não havia limite de dinheiro.
O bom e velho Turbo game

Mas minha saga pelo mundo dos consoles não parou por ai, ainda tive um Nintendo 64 — títulos de peso como Mario 64, Zelda: The Ocarina of Time (um dos melhores de todos os tempos) e GoldenEye. Mais tarde esse, que foi o meu último console da Nintendo, deu lugar a um resistente PlayStation (o original, quadradão) e uma vasta biblioteca de títulos devidamente acondicionados em vários tubos de CD.

Da sexta geração eu não tive nenhum console, mas aproveitei todos nas casas de amigos e parentes entre as aulas da faculdade. Do Dreamcast ao Game Cube, passando pelo Xbox e, é claro, pelo PS2. Dessa época o que mais marcou foi justamente o destino cruel do Dreamcast que tinha tanto potencial, mas que acabou tão subitamente.

Quanto à sétima geração, bem basta dizer que o TecMundo Games cobre todos os consoles da atual geração de videogames, além dos computadores.

  

Favoritos

Plataforma: Xbox 360
Motivo: É isso mesmo, eu tenho uma caixa mágica, mas também não sou “caixista”, sou jogador! O que eu quero são jogos bons, não me importo se são da Sony, da Nintendo, da Sega ou da Microsoft. Pela minha experiência acredito que o 360 tenha mais títulos que agradam o meu gosto. Mas uma coisa eu admito, Metal Gear Solid 4 faz uma falta danada.


Jogo: Chrono Trigger (SNES e a versão guaribada do PSOne) Chrono em ação
Motivo: Bem, desde que joguei pela primeira vez me apaixonei pelo jogo. Como fã de quadrinhos, mangás e animes, o traço e o tom da trama logo me chamaram a atenção (não a toa já que o mangaká Akira Toryiama, pai do Goku e sua turma, estava envolvido na produção). Entretanto, é muito difícil escolher apenas um jogo, como deixar de lado títulos como Shadowrun do SNES, ou Pirates! (NES e PC), ou ainda The Legend of Zelda: Ocarina of Time e tantos outros (sendo que eu ainda não joguei Fallout 3).

Gêneros: Se for bom eu mando vê
Motivo: Sou obrigado a declarar uma inclinação para os jogos de RPG, mas se for bom pode ser até puzzle (sem qualquer desmerecimento). Joguei muito point-and-click (da-lhe LucasArts) e não tem como se negar o charme dos gráficos caricatos e do humor presente em jogos como Manic Mansion, a continuação Day of the Tentacle, o motorizado Full Throttle e o cadavérico Grim Fandango. Hoje a tecnologia está ai e os gráficos e a jogabilidade aproveitam ao máximo os recurços técnicos, mas sinto que falta mais “personalidade” aos jogos.

Personagem: Carlos Ferraro
Motivo: Com toda a modéstia que me cabe, sou obrigado a reconhecer que todos os personagens que eu crie são incríveis. Modelados com base na perfeição encarnada, os inúmeros Carlos Ferraro povoam títulos que vão desde o futebol (FIFA 09) até os confins do espaço (Mass Effect). Dribles fantásticos e head-shots, o cara é fenomenal, não tem pra ninguém.

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O que joga atualmente e
qual o pior jogo que já jogou?

Atualmente estou revezando uma carreira de futebolista em FIFA 09 e de roqueiro em Guitar Hero Wolrd Tour. Intercalando com esses eu ainda arranjo tempo para explorar novas masmorras em The Elder Scrolls IV: Oblivion (enquanto eu espero pela minha edição de Fallout 3) e Fable II.

Já joguei muita coisa ruim, especialmente durante a crise dos videogames dos anos 80 — incluindo do nefasto E.T. the Extra-Terrestrial. Mas se é para escolher um pedaço singularmente fétido da história dos videogames acho que sou obrigado a ficar com Golden Axe: Beast Rider, não por ser necessariamente o pior jogo da minha vida, mas por manchar o nome da franquia e por que eu perdi o meu tempo fazendo a análise dessa coisa.

Participação no TecMundo Games

Na verdade eu sou o dinossauro do TecMundo Games, já que eu sou o mais velho e o que está à mais tempo na equipe do site. Mesmo assim ainda me lembro das minhas primeiras análises para o TecMundo Games, Tenchu Z abriu as portas, seguido por Pirates of the Caribbean: At World's End do PS3.

Nesse tempo grandes títulos passaram pelas minhas mãos, entre eles Super Mario Galaxy e Super Smash Bros. Brawl do Wii, além dos excelentes Uncharted: Drake's Fortune e LittleBigPlanet do PS3.
 

Algumas das minhas análises: Caesar IV (PC), Colin McRae: DiRT (Xbox 360), Metroid Prime 3: Corruption (Wii), Need for Speed: Pro Street (PC), Mass Effect (Xbox 360 e PC), Super Mario Galaxy (Wii), Super Smash Bros. Brawl (Wii), Uncharted: Drake's Fortune (PS3), Dark Sector (PS3 e Xbox 360), BioShock (PC), Crisis Core: Final Fantasy VII (PSP), The Witcher (PC), Ferrari Challenge Trofeo Pirelli (PS3), LittleBigPlanet (PS3), FIFA 09 (Xbox 360, PC e PS3), Fable II (Xbox 360), Pro Evolution Soccer 2009 (Xbox 360 e PS3),  Naruto: Rise of a Ninja e Broken Bond (Xbox 360) e Capoeira Legends: Path to Freedom (PC) entre outros.
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